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Foto de satélite, da caixinha de fósforos, onde se ve o oceano e nuvens.
fao/07
UM SEGUNDO FÓSFORO ( um experimento )
segunda
engula a inteira moça faz de conta que há em mim tambem tais espelhos
se trincar algum jato no espaço
um laço de corda apertar
uma folha prata de bombom estilar sorriso
deixa moça estar e abre o jogo as pernas equilibra as sombras sobre
os tacos do chão do quarto pisos azulejos esses seus lindos olhos moça castanhos,
a quarta paisagem sugerida, suja de mostarda a fronha limpa limpa essa boca na minha
pra fazer suburbio em flor imaginaria e ardida
o que brilha até o pescoço e saliva
as quintas moça pássaros cor cerveja e microfonias a pilha e
resto de barro bar nesse seu tênis branco que eleva estrelas em par para tudo iluminar iluminar
cesta sem feira sem fruta vermelha sem caldo sem enlace de abraço de tia
revista as árvores sem luas geladas quebrando vidraças incluidas nessa nossa musica
e
a rua aberta interessa se
sabe moça é só mais um dia de dar direito as mãos entrelaçadas nesse fuso
esquece o isopor das horas passa o creme nas cochas pra hidratar nosso amor
no mormaço do depois do café com leite suspensos são todos beijos dentes nos dentes
avontade as gotas brancas sobre os pelos negros
domina luz sem olhos das tardes que vagam sem precisar trilhar nenhum
passo poços poças encruzilhadas onde a de se esperar
risca os fósforos novos a iluminar iluminar qualquer nosso novo lugar
se há
fao/07
posted by FAO CARREIRA 12:51 PM